A empresa especializada em segurança tecnológica Ultrascan Advanced Global Investigations diz ter descoberto esta estranha apetência de organizações criminosas por este modelo de entrada de gama quando o telemóvel ainda estava a ser comercializado a 5000 euros no mercado negro.Em apenas seis meses, a procura manteve o crescendo – e a prova disso é que, hoje, um Nokia 1100 já vale mais de 25 mil euros.
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